
Albano Domingos Duarte
11/08/2016
Amílcar Jorge Coelho
13/08/2016

Maria de Lurdes Simões Constantino Vicente
1941 * 2016
Residente em Dona Maria
A sua Família agradece, reconhecidamente, todas as demonstrações de carinho e pesar recebidas.
O Funeral realizou-se no dia 12 de Agosto de 2016, pelas 15:00 Horas, tendo sido antecedido de Missa de Corpo Presente pelas 14:30 Horas e tendo saído da Capela Mortuária de Dona Maria, para o Cemitério de Almargem do Bispo.


1 Comment
Queridos Renato , Rita e demais Família,
Não tenho palavras para descrever a tristeza que me assola neste momento.
Quero muito que saibam que a Vossa dor é também a minha. Sofro por Vós – dois amigos de tantos anos de quem tanto gosto – e pela Vossa Mãe, que era uma pessoa de quem eu gostava – e vou gostar sempre! – muito!
Sepúlveda escreveu um dia que os nossos mortos só morrerão no dia em que nos esquecermos deles, e, nesse sentido, a nossa Milú será eterna. Os lanches que ela me oferecia de sorriso rasgado nos dias de brincadeira em vossa casa é algo que nunca esquecerei; não pelo pão e pelo leite que felizmente tinha em casa mas pelo gesto de querer tão bem aos amigos dos filhos.
A ternura na voz, nos gestos e no olhar e a educação e a cortesia extremas que caracterizavam a D. Milú marcar-me-ão para sempre. A mesma ternura que teve como Mãe tinha-a agora com os netos, o que tive oportunidade de constatar variadíssimas vezes. Lamento muito que eles não tenham a oportunidade de crescer com o carinho desta avó extremosa. A minha Constança lamenta, à sua maneira de criança de seis anos, dizendo: “Mamã, a D. Milú agora já não vai mais à rede da escola nos intervalos dizer-nos bom dia e ver se estamos bem…”
Far-vos-á por certo muita falta, assim como a todos quantos a conheciam – pois não conheço quem não a estimasse. E se algo de bom podemos levar da Vida é a sensação de termos deixado marcas positivas na vida dos outros. Na minha deixou, muitas e excelentes. Fico-lhe grata por isso, querida Milú. Sei que era uma pessoa crente; oxalá esteja agora no Céu, junto do ‘Ti Xico’, da D. Marcolina, do senhor Jorge e do Jorge. Um dia, quem sabe, voltar-nos emos a ver…
Até sempre!
Amigos Renato, Rita e demais Família,
Termino como comecei, com profunda tristeza, e com votos de tenham a força necessária para lidar com mais esta tremenda perda. Estou, como sempre estive e estarei, à vossa disposição para tudo aquilo que precisem
A vossa amiga,
Eugénia Ramiro